Quando te vi, recuperei o meu sorriso. Ganhei novas razões para rir às gargalhadas. Voltei a amar a vida, a aproveitar cada momento.
Ensinaste-me a dar valor às mais pequenas coisas, a viver um dia de cada vez, sem pressas. Deste-me o apoio que precisava, o amor que necessitava.
Quando nada parecia fazer sentido na minha vida, aparecias tu e mudavas tudo, passava a ter a certeza de tudo, como nunca antes tivera.
Deste-me tudo o que precisava e quando pensava que tinha encontrado o amor da minha vida, ele foge-me por entre os dedos.
Quando nos tornámos nisto, meu amor? Diz-me porque preciso de saber. Preciso de saber se devo ficar ou devo ir.
Ainda te vejo como o melhor do mundo, talvez por teres feito parte da minha vida durante seis meses. Ainda faço planos para o nosso futuro e sinto-me patética por isso. Patética por saber que já seguiste com a tua vida e eu ainda estou presa em sonhos, sonhos esses que não cabem na realidade.
A verdade é que tenho chorado todos os dias, por saber que não voltas mais e talvez por não te querer deixar partir.
Não quero acreditar que já chegámos ao fim. Não acredito que eu sou a única que (ainda) luta e acredita nisto.
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